Muitas vezes, para mudar de vida basta um empurrão. Para Douglas Martins, esse empurrão veio na forma de desemprego. Quando ficou desempregado, o administrador começou a buscar na internet opções para empreender e encontrou o Sem Aperto. Hoje, franqueado da rede há pouco mais de oito meses, Douglas comemora o sucesso do negócio: sua franquia já faturou mais de 1 milhão de reais desde o início das operações.

Formado em Administração, Douglas Martins atuava como secretário de gabinete de uma prefeitura quando se viu desempregado. Com a necessidade de continuar contribuindo com as contas da família, ele passou a buscar oportunidades para voltar à ativa e encontrou no franchising a solução.

O Sem Aperto é uma rede especializada em soluções financeiras, incluindo serviços como máquina de cartão Sem Aperto, parcelamento de débitos de veículos no cartão de crédito e boleto, carnê Sem Aperto e futurização de recebíveis. O negócio chamou a atenção de Douglas.

“Encontrei o Sem Aperto pesquisando na internet e entrei em contato com o Douglas [Gonçalves, diretor do Sem Aperto] que me atendeu super bem, foi muito proativo. Fechei o contrato em dezembro de 2018 e em março de 2019 comecei a trabalhar na franquia”, recorda o empreendedor.

Histórias como a de Douglas, que empreendeu para sair do desemprego, não são incomuns. De acordo com a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), em 2018, o empreendedorismo por necessidade correspondia a 37% dos negócios em fase inicial no Brasil. Franquias baratas, como o Sem Aperto, abrem as portas para quem se vê nessa situação.

Baseado em Manaus, no Amazonas, Douglas conta que, além do baixo investimento inicial da marca, a possibilidade de abrir a franquia em casa também ajudou a poupar custos.

“Trabalho sozinho, só com um celular e um notebook. As pessoas pensam que trabalhar em casa é um pouco mais leve, mas não: tem que ter o mesmo comprometimento”, pontua o franqueado.

Esse comprometimento vem dando bons resultados. Em menos de um ano, Douglas já conquistou 13 clientes, incluindo uma das principais universidades particulares do Amazonas. Desde o início das operações, a franquia manauara, que trabalha com foco nas máquinas de cartão do Sem Aperto, já movimentou mais de 1 milhão de reais.

Já em termos de lucratividade, o negócio surpreendeu o franqueado. “Quando fiquei desempregado, tinha custos de vida básicos que precisava cobrir. Então, coloquei uma meta de atingir um lucro de 5 mil reais em um ano. Consegui superar essa meta em apenas seis meses. Em até um ano, pretendo dobrar essa meta e chegar a 10 mil reais”, conta Douglas.

O empreendedor também tem planos para continuar investindo na franquia no futuro. Segundo ele, o objetivo é expandir para Boa Vista (RR) e Cuiabá (MT), além de continuar crescendo em Manaus.

Dia a dia do negócio

Uma das principais atividades de um franqueado Sem Aperto é se dedicar ao comercial. Douglas, que sempre gostou de trabalhar com vendas, encarou esse desafio com naturalidade e pensamento estratégico.

“Minha estratégia é trabalhar vendendo para quem eu conheço, e os clientes me apresentam a outros clientes. A franquia é muito boa, não tenho problemas com a plataforma, nunca precisei retirar máquinas. Quando surgem dúvidas, resolvo rápido, entrando em contato com a franqueadora”, conta o franqueado.

Segundo Douglas, o grande desafio é passar confiança para os clientes na apresentação da marca, deixando-os seguros com a ideia de que o dinheiro delas vai passar por outra empresa no processo de recebimento. Para isso, Douglas também já encontrou boas estratégias: para tranquilizar um dos clientes, ele sugeriu começarem apenas com poucas máquinas, passando apenas um faturamento parcial. Hoje, esse cliente já dobrou o número de máquinas da marca em uso e fatura quase a totalidade da receita pelo Sem Aperto.

“Um dos clientes, um grande laboratório de análises clínicas, chegou a economizar 8 mil reais por mês depois que trocou o sistema do concorrente pelo Sem Aperto”, conta Douglas.

Para o franqueado, o maior diferencial do Sem Aperto vai além do valor das taxas: “o maior diferencial é a disposição para atender, para resolver problemas. Eu vendo o pós-venda, a segurança de que se o cliente tiver qualquer problema, eu vou resolver”.

Essa segurança que Douglas consegue transmitir a seus clientes vem da confiança que o franqueado tem na franqueadora. Com um relacionamento próximo com o suporte, o empreendedor consegue esclarecer dúvidas com facilidade e não deixa os clientes sem resposta.

“O suporte é quase imediato através do Douglas Gonçalves. Eu sou muito transparente, sempre tomo o lado do cliente e, quando ligo para o Douglas, ele está sempre disposto a atender, já me atendeu até em finais de semana. O Sem Aperto é uma empresa que passa segurança, é sua parceira. Creio que é a melhor do mercado em relação a suporte”, afirma Douglas.

Franquia Sem Aperto

Fundado em 2014, o Sem Aperto já tem sete unidades franqueadas e aposta na expansão por franquias para levar suas soluções financeiras para todo o Brasil.

A rede disponibiliza um modelo de franquia barata, com operação home office. O investimento é de 18 mil reais à vista. O franqueado também pode optar pelo pagamento parcelado, com uma entrada de 4,6 mil reais mais 24 parcelas de 557 reais. É possível trabalhar em casa ou em espaços de coworking, contando com conexão à internet, telefone e um meio de transporte para fazer visitas aos clientes.

Durante o primeiro ano do negócio, os franqueados ficam isentos do pagamento de royalties e da taxa de propaganda.

O Sem Aperto ainda inclui no contrato uma cláusula de garantia de recompra da franquia, que assegura ao franqueado o pagamento do valor da franquia com correção caso esteja insatisfeito com os resultados.

Com prazo de retorno de investimento de 6 a 12 meses, a franqueadora estima um faturamento médio mensal de 4 mil reais.

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