*Este é um conteúdo patrocinado por anunciante. No mundo dos negócios, é comum encontrar profissões que surgem e se consolidam com a percepção de uma nova necessidade no mercado. É o caso do cuidador de idosos, função que surgiu e se desenvolveu alinhada ao crescimento da população de indivíduos na terceira idade.

Nos últimos quatro anos, o número de idosos no Brasil aumentou 18,8%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, existem 29,6 milhões de pessoas no país com idade superior a 60 anos, o que representa 14,3% dos brasileiros. De acordo com as estimativas do IBGE, 30% da população será composta por idosos em 2050.

Esse crescimento é explicado pelo aumento da expectativa de vida no país. Segundo os últimos dados divulgados pelo IBGE, a expectativa de vida ao nascer no Brasil em 2015 era de 75 anos 5 meses e 26 dias.

O crescimento dessa taxa tem sido constante nas últimas décadas: para que se tenha ideia, em 1940 a média de vida do brasileiro era de apenas 45 anos. Segundo uma projeção da Organização das Nações Unidas (ONU), a expectativa de vida no Brasil deve continuar crescendo e chegará a 81,2 anos até 2050.

A alta na longevidade configurou uma nova demanda: profissionais qualificados para atender às necessidades especiais de pessoas idosas. Com isso, a profissão de cuidador de idosos ganha cada vez mais espaço no mercado.

Atualmente o cenário para quem tem interesse em se tornar cuidador de idosos é atrativo. Segundo pesquisa da QualiBest a pedido da Pfizer, 77% dos brasileiros considera a saúde a maior preocupação na velhice.

Além do elevado potencial de público a ser atendido, o mercado mostra que a capacitação e a formalização da profissão também estão em crescimento.

Em 2015, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1385/07, que objetiva regulamentar a profissão de cuidador. Encaminhado para aprovação no Senado, o projeto reforça a demanda dessa atividade no mercado.

Hoje é possível encontrar cursos técnicos de especialização na área, profissionais altamente qualificados e empresas especificamente dedicadas à função. Quem tem interesse no segmento também pode apostar no investimento em franquia: há opções de redes no mercado de franchising exclusivamente dedicadas à prestação de serviços de cuidador de pessoas.

Quer saber como se tornar cuidador de idosos? Nesta matéria você vai poder conhecer melhor a profissão, os requisitos e as funções que competem ao profissional da área. Além disso, mostraremos alternativas e caminhos para começar a atuar como cuidador.

O que faz um cuidador de idosos?

O primeiro passo para quem tem interesse em se tornar um cuidador de idosos é ter clareza de quais são as funções e exigências da profissão. Assim, é possível saber o que esperar da rotina de trabalho de cuidador e como lidar com as expectativas do público quanto ao serviço.

“É comum haver conflito entre as atividades desenvolvidas pelo cuidador e as que envolvem afazeres domésticos, assim como responsabilidades técnicas, vindas dos profissionais de enfermagem”, aponta Daniel Costa, diretor de expansão da franquia Cuidare – Cuidadores de Pessoas.

Segundo Daniel, a ocupação de cuidador abrange os cuidados com todas as esferas de vida da pessoa assistida. Portanto, está na alçada deste profissional atividades como:

  • cuidados com a higiene;
  • preparo de refeições rápidas;
  • cuidados com alimentação e ingestão de líquidos;
  • cuidados com roupas e objetos pessoais;
  • organização do ambiente;
  • administrar medicação e controlar o uso de remédios, fraldas e curativos;
  • acompanhar consultas médicas, exames, tratamentos e internações;
  • trocar roupas de cama e banho;
  • estimular a prática de lazer e exercícios físicos;
  • observar funções fisiológicas;
  • facilitar a comunicação;
  • auxiliar na locomoção.

Na prática, isso significa que o cuidador precisa ter suas funções bem delineadas – algo que vai beneficiar tanto o próprio profissional quanto o idoso e sua família, esclarecendo o serviço e evitando problemas.

A faxina da casa, por exemplo, não é uma atividade própria do cuidador. Da mesma forma, a administração de medicamentos via endovenosa não é parte do trabalho e não deve ser uma função assumida por um cuidador que não tenha capacitação técnica em enfermagem.

Como se tornar um cuidador de idosos?

A afinidade com o segmento é um ponto importante em diversos ramos de negócio e, para cuidadores de pessoas, é algo ainda mais essencial.

Quem deseja se tornar um cuidador de idosos deve, antes de tudo, ter o perfil adequado para desenvolver todas as atividades da função. Por exigir contato direto e um relacionamento mais próximo com o cliente atendido, paciência, atenção, empatia e responsabilidade são características fundamentais. “Trata-se de uma profissão que exige o máximo de carinho e humanismo”, pontua Daniel.

Porém, ainda que a personalidade e as características pessoais do interessado sejam importantes, elas não devem ser o único fator a ser levado em conta: formação técnica também é um requisito.

“A função de cuidador exige certo conhecimento técnico, como em primeiros socorros, por exemplo”, ressalta Daniel. De acordo com o especialista, é desejável que o cuidador tenha, pelo menos, conhecimento básico em enfermagem.

Para a formação profissional, há opções de cursos de capacitação específicos para cuidadores de pessoas, tanto na modalidade presencial quanto online. É possível fazer cursos técnicos em instituições especializadas em idosos, saúde e bem-estar, com aulas práticas e teóricas, ministradas por professores com formação multidisciplinar com foco em Gerontologia.

Cursos de formação em áreas como enfermagem e nutrição também são valiosos e contribuem muito para melhorar a rotina de trabalho de um cuidador.

Na visão de Daniel, o mercado conta com três tipos de cuidadores. “Há o cuidador técnico em enfermagem, que tem o conhecimento técnico necessário, adquirido em dois anos de formação; o cuidador de idosos, com formação técnica de, em média, dois meses; e o empregado doméstico, que não possui conhecimento na parte técnica”, enumera o especialista.

Apesar da formação técnica na área de saúde não ser uma exigência, é um grande diferencial. Com a capacitação, o profissional pode passar maior segurança ao idoso e à família, valorizando o trabalho.

Com perfil e formação adequados para desempenhar a função, o interessado em se tornar cuidador tem diferentes caminhos para começar a atuar nesse segmento. De forma geral, há duas principais formas de executar o trabalho: uma delas é atender famílias, cuidando individualmente de pessoas específicas; a outra é atuar em casas de repouso, asilos, clínicas e hospitais.

Quem opta por se dedicar exclusivamente ao atendimento individual tem a vantagem de poder oferecer um cuidado direcionado, o que permite um serviço de alta qualidade. O desafio, neste caso, é conseguir se preparar para atender necessidades específicas, conhecer particularidades e conquistar a confiança da pessoa assistida, algo imprescindível em uma convivência mais próxima.

Se a opção for por trabalhar dentro de clínicas, asilos ou casas de repouso, o cuidador deverá atender um número maior de pessoas. Neste cenário, é importante estar atento a necessidades mais gerais, conseguindo equilibrar demandas e atentar-se a detalhes. Para atuar nesses ambientes, a formação técnica na área de saúde é, frequentemente, um requisito indispensável.

Vale a pena investir em franquia para ser cuidador de idosos?

Dar início ao desenvolvimento do trabalho como cuidador de idosos pode ser desafiador. Além da prospecção de clientes ser delicada, uma vez que envolve questões como confiança, proximidade, saúde e bem-estar, é preciso que o cuidador esteja apto a oferecer um serviço profissional e qualificado.

Embora a oferta desse tipo de serviço seja comumente feita de forma informal para idosos ou suas famílias, contar com o suporte de uma franquia é uma excelente maneira de atuar na área de forma profissionalizada e de crescer no negócio.

O setor de serviços, que inclui as redes especializadas em cuidadores de pessoas, tem se destacado no franchising: segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), as franquias de serviços cresceram 10,8% entre 2015 e 2016, enquanto a média geral dos setores foi de 8,3%.

Na prática, a rotina do negócio também pode ser facilitada pela atuação em rede. Questões como contrato, salário, horas de trabalho e atividades a serem desempenhadas, por exemplo, precisam ficar claras desde o início e, para isso, o cuidador precisa ter noção de gestão do negócio. Investindo em franquia, o cuidador recebe treinamento e suporte para lidar com esses quesitos.

Além disso, as franquias oferecem treinamentos próprios da área, o que permite uma formação ou atualização profissional junto a cuidadores que já conhecem e têm experiência no segmento. Assim, o franqueado é capacitado a prestar um atendimento cada vez mais qualificado como cuidador.

Com o suporte da rede e o respaldo da marca, o processo de conquistar clientes também é otimizado e o profissional pode, como franqueado, expandir seu negócio e ampliar o faturamento.

Cuidare é opção para quem quer faturar no ramo

A Cuidare é uma das opções de franquia neste segmento. Fundada em 2014, além de comercializar franquias, a marca conta com uma unidade própria para conhecer na prática as atividades e a rotina da função de cuidador. Além de idosos, público principal da rede, os cuidadores da Cuidare também atendem adultos e crianças.

Indicada para profissionais da área de saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas, educadores físicos, nutricionistas, farmacêuticos, entre outros, a Cuidare é uma franquia que exige baixo investimento: com capital de a partir de 21 mil reais já é possível abrir uma unidade.

A franquia pode ser operada no modelo home based, uma vez que o atendimento é realizado a domicílio, com os cuidadores se dirigindo até cada pessoa assistida. Essa forma de atuação reduz os custos operacionais, visto que não exige aluguel de ponto comercial, reformas ou capital para instalação. O faturamento médio mensal é de 54 mil reais no primeiro ano, com o prazo de retorno de investimento girando entre seis e doze meses.

São três modelos de negócio disponíveis para os franqueados: franquia para cidades com mais de 500 mil habitantes, franquia para cidades com o número de habitantes entre 500 mil e 100 mil e franquia para cidades com menos de 100 mil habitantes. O foco de expansão da marca é em cidades das regiões Sul e Sudeste.

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