Qual maquininha aceita vale alimentação? Veja 10 opções!

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PagBank, Stone, Ton, SumUp e Mercado Pago estão entre as empresas que oferecem maquininhas que aceitam vale-refeição e vale-alimentação. No entanto, a aceitação depende do modelo escolhido, do voucher que você quer habilitar e do credenciamento do seu estabelecimento. Veja o ranking das maquininhas que aceitam VR e VA e, em seguida, confira uma análiise detalhada de cada opção.

Maquininha Vouchers aceitos
1. PagBank
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Alelo, VR Benefícios, Ben, Pluxee, Ticket, Up, GreenCard, Le Card, Verocard, Vegas Card e Senff.
2. Stone
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Alelo, Pluxee (Sodexo), Ticket, Up Brasil, VR, Abrapetite, Godcard, GreenCard, Senff, ValeCard e VeroCard.
3. Ton
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Alelo, Pluxee (Sodexo), Ticket, Up Brasil, VR, Abrapetite, Godcard, GreenCard, Senff, ValeCard e VeroCard.
4. SumUp
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VR, Ticket, Pluxee (Sodexo) e Alelo.
5. Mercado Pago
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VR, Ticket, Pluxee (Sodexo) e Alelo.
6. modoPAG
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Alelo, Pluxee (Sodexo), Ticket, VR Benefícios, Ben Visa Vale, Up e Green Card.
7. Yelly
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Alelo, VR Benefícios, Ticket, Pluxee (Sodexo), Ben Visa Vale, Greencard e Up Brasil
8. Getnet
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VR, Ticket, Pluxee (Sodexo) e Alelo
9. Cielo
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Alelo, Pluxee (Sodex), Ticket, VR, Ben Visa Vale, Valecard, GoodCard, GreenCard, Rede Compras, Maxxvan, Calcard, Up, Verocheque, Verdecard, Nutricash, Abrapetite, entre outras.
10. Rede
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Alelo, Ticket, Pluxee (Sodexo), VR, Abrapetite, Avancard, Banricompras, Credi, Good Card, Green Card, Maxxcard, Nutricard, entre outras.

Quanto é a taxa do vale-refeição e alimentação na maquininha?

Não existe uma única taxa pública de Alelo, Ticket, VR ou Pluxee válida para todos os estabelecimentos. Isso porque as taxas do VR e VA são definidas no credeciamento de cada estabelecimento. No entanto, o Decreto nº 12.712/2025 determinou que a MDR de vale-alimentação e vale-refeição não pode ultrapassar 3,6%.

A norma também definiu prazo máximo de 15 dias corridos para liquidação e proibiu cobranças adicionais que onerem a aceitação desses benefícios. As regras passaram a ser aplicadas de forma uniforme às operações de VA e VR.

Análise das melhores maquininhas que aceitam vale-refeição e alimentação

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O ranking considera principalmente variedade de modelos compatíveis, abrangência de vouchers, facilidade para encontrar informações de habilitação, recursos úteis para negócios de alimentação e adequação a diferentes portes de operação.

A melhor escolha, entretanto, depende da rotina do seu estabelecimento. Uma cafeteria pequena tem necessidades diferentes de um restaurante com fila no horário do almoço ou de uma unidade de franquia integrada a um sistema de frente de caixa.

1. PagBank

Vouchers aceitos: Alelo, VR Benefícios, Ben, Pluxee, Ticket, Up, GreenCard, Le Card, Verocard, Vegas Card e Senff.

O PagBank ocupa a primeira posição do ranking de melhor maquininha que aceita vale alimentação principalmente pela combinação entre quantidade de modelos e variedade de vouchers aceitos.

Atualmente, a empresa informa compatibilidade com Alelo, Pluxee, Ticket, VR, Ben Visa Vale, Up Brasil e Green Card.

Entre as maquininhas divulgadas pelo PagBank com suporte a vouchers estão Moderninha ProFit, Minizinha NFC 2, Moderninha Smart 2, Minizinha Chip 3, Moderninha Plus 2 e Moderninha Pro 2. Isso permite escolher o equipamento mais adequado antes mesmo de considerar as taxas de débito e crédito.

Por que isso faz diferença na prática? Imagine dois estabelecimentos. Um pequeno produtor vende marmitas apenas no almoço e realiza poucas dezenas de cobranças por dia.

Ele não necessariamente precisa pagar mais por uma máquina avançada. Já um restaurante movimentado, onde vários clientes pagam com benefícios entre 12h e 14h, tende a se beneficiar mais de um equipamento independente e preparado para uma rotina intensa de balcão.

Essa variedade diminui a chance de o empreendedor precisar comprar uma máquina cara apenas para habilitar VA e VR. É útil para negócios que estão começando e querem manter o investimento inicial mais baixo.

Há, porém, um detalhe importante: o voucher precisa ser credenciado separadamente. O PagBank explica que o estabelecimento deve ter CNPJ e atividade compatível, solicitar a habilitação junto à empresa do benefício e informar os dados de afiliação.

As taxas e o pagamento das vendas com voucher são tratados de acordo com as condições da bandeira.

Faz mais sentido para: pequenos e médios restaurantes, mercados, lanchonetes, cafeterias e estabelecimentos que querem escolher entre vários níveis de equipamento sem abrir mão de uma boa cobertura de vouchers.

2. Stone

Vouchers aceitos: Alelo, Pluxee (Sodexo), Ticket, Up Brasil, VR, Abrapetite, Goodcard, GreenCard, Senff, ValeCard e VeroCard.

A Stone aceita vale-alimentação, vale-refeição e outros cartões de benefícios em suas maquininhas. Entre as principais bandeiras disponíveis estão Alelo, Ticket, VR e Pluxee, além de outros vouchers e benefícios.

Para Alelo, Ticket e VR, a própria Stone informa que basta ter uma maquininha da empresa e realizar o credenciamento da bandeira.

Isso permite escolher a maquininha de acordo com a operação do estabelecimento, sem precisar contratar um modelo mais caro apenas para receber VA e VR.

A Stone trabalha com diferentes equipamentos tradicionais e Smart, e sua central de ajuda lista modelos como S920, D210N, A8, P2, L300, L400 e T8, entre outros.

Para restaurantes e lanchonetes com bastante movimento, essa flexibilidade pode fazer diferença. Imagine um estabelecimento que recebe grande parte dos clientes entre 12h e 14h e tem muitos pagamentos em vale-refeição.

Nesse cenário, é possível priorizar uma máquina mais adequada ao fluxo do caixa, em vez de restringir a escolha ao equipamento que aceita determinado voucher.

A Stone também oferece integração com sistemas de PDV para alimentação e informa aceitação de mais de 50 bandeiras e vouchers nesse segmento.

As taxas e o prazo de recebimento dos vouchers não seguem necessariamente as mesmas condições das vendas no débito e crédito da Stone.

Na maior parte dessas operações, a Stone funciona como intermediadora da transação, enquanto credenciamento, taxa e liquidação são definidos pela empresa do benefício.

As vendas em voucher, por exemplo, não entram na modalidade de recebimento no mesmo dia oferecida pela Stone para débito e crédito.

Um restaurante que já recebe muitos pagamentos em Alelo, Ticket ou VR pode, portanto, usar a Stone sem precisar manter uma maquininha separada apenas para esses clientes.

Isso reduz a quantidade de equipamentos no balcão e pode simplificar a operação, principalmente em negócios com vários funcionários, grande fluxo de pagamentos ou integração com sistema de caixa.

Faz mais sentido para: restaurantes, lanchonetes, mercados, redes e franquias de alimentação que recebem VA e VR com frequência e precisam de uma solução preparada para um volume maior de transações.

Ponto de atenção: algumas bandeiras específicas podem ter regras próprias. A Up Brasil, por exemplo, é indicada pela Stone como compatível apenas com determinados modelos.

Por isso, se o negócio depende de um voucher menos comum, é recomendável conferir a compatibilidade específica antes da contratação.

3. Ton

Vouchers aceitos: Alelo, Pluxee (Sodexo), Ticket, Up Brasil, VR, Abrapetite, Goodcard, GreenCard, Senff, ValeCard e VeroCard.

O Ton merece destaque no ranking de melhor maquininha que aceita vale alimentação porque desde dezembro de 2025, as maquininhas T2, T3 e T3 Smart passaram a aceitar mais de 50 novas bandeiras, incluindo vouchers de alimentação e refeição. A T1 não faz parte dessa habilitação.

Entre os principais vouchers citados pelo Ton estão Alelo, Pluxee, Ticket, Up Brasil e VR. Também existem opções regionais, como Abrapetite, Goodcard, GreenCard, Senff, ValeCard e VeroCard.

Para os principais vouchers de alimentação, a empresa informa a exigência de CNPJ e atividade compatível com alimentação/refeição.

Isso pode ser interessante fora dos grandes centros. Um restaurante de uma cidade onde um benefício regional é muito utilizado pelos funcionários das empresas locais pode ter mais a ganhar verificando essas bandeiras do que escolhendo a máquina simplesmente pela taxa de Visa e Mastercard.

Na prática, a T2 tende a fazer mais sentido para quem precisa de mobilidade, enquanto T3 e T3 Smart atendem melhor negócios que concentram pagamentos no balcão e possuem uma operação maior. O ponto principal é evitar a T1 caso VA e VR sejam indispensáveis para o seu negócio.

Faz mais sentido para: pequenos restaurantes, deliveries, lanchonetes e negócios que também precisam atender vouchers regionais.

4. SumUp

Vouchers aceitos: VR, Ticket, Pluxee (Sodexo) e Alelo.

A linha atual da SumUp é formada por SumUp Top, Solo e Smart, e a empresa informa aceitação de vouchers como VR, Ticket, Pluxee/Sodexo e Alelo.

As três máquinas, porém, resolvem problemas diferentes. A Top depende de conexão Bluetooth com o celular; a Solo possui Wi-Fi e chip 4G próprios; e a Smart adiciona impressão de comprovantes, além de recursos de catálogo, estoque e equipe.

Essa diferença é mais importante do que parece. Para uma pessoa que vende refeições em uma feira apenas aos fins de semana, depender do celular pode não ser um problema e um equipamento simples pode bastar.

Em um restaurante com fila e vários funcionários usando o caixa, depender de um smartphone pessoal cria um ponto adicional de falha. Nesse contexto, Solo ou Smart são mais coerentes.

A Smart também ganha importância quando o estabelecimento quer concentrar mais tarefas em um único equipamento.

Para uma cafeteria com produtos cadastrados e necessidade frequente de comprovantes, por exemplo, recursos de gestão podem valer mais do que economizar no preço inicial da máquina.

Faz mais sentido para: quem quer escolher claramente entre baixo investimento, independência do celular ou recursos adicionais de gestão.

5. Mercado Pago

Vouchers aceitos: VR, Ticket, Pluxee (Sodexo) e Alelo.

No Mercado Pago, não basta comprar qualquer maquininha Point esperando receber vouchers. Atualmente, os modelos informados como compatíveis são Point Pro 3, Point Smart 2 e Point Air 2. A Point Mini não aceita vale-alimentação ou vale-refeição.

Essa distinção é importante porque a Mini pode parecer suficiente para um pequeno negócio ao considerar apenas débito, crédito e Pix. Se o restaurante descobrir depois que uma parcela significativa dos clientes utiliza VA ou VR, precisará de outro equipamento.

A Point Pro 3 é a opção com cobertura mais clara: o Mercado Pago informa aceitação de Alelo, VR, Pluxee e Ticket após o credenciamento. Já a disponibilidade pode variar nos demais modelos, por isso vale conferir a bandeira específica antes da compra.

O Mercado Pago tende a ganhar valor para quem já concentra sua rotina financeira dentro da plataforma. Nesse caso, ter conta, histórico de vendas e meios de cobrança no mesmo ambiente reduz a necessidade de adicionar outro fornecedor apenas para o pagamento presencial.

Faz mais sentido para: restaurantes, lanchonetes e vendedores que já utilizam a conta Mercado Pago e querem incluir VA/VR na mesma operação.

6. modoPAG

Vouchers aceitos: Alelo, Pluxee (Sodexo), Ticket, VR Benefícios, Ben Visa Vale, Up e Green Card.

A modoPAG possui atualmente os modelos físicos modo MINI, modo PRO e modo SMART, e informa que os três aceitam vouchers de alimentação e refeição, além de mais de 20 bandeiras no conjunto de meios de pagamento disponibilizados.

A principal vantagem é não precisar subir de categoria apenas para ter a função voucher. A MINI é direcionada a operações móveis; a PRO adiciona tela touch e impressão; e a SMART é a versão mais completa, com Android e recursos voltados à gestão.

Imagine um food truck que trabalha em eventos. Comprar uma SMART apenas porque é o modelo mais completo pode significar pagar por funções que terão pouco uso.

A MINI pode resolver pagamentos móveis, inclusive voucher, sem exigir o equipamento mais caro. Já em um restaurante fixo com grande movimento e necessidade de impressão, PRO ou SMART tendem a se encaixar melhor.

Outro ponto de transparência é que os termos da modoPAG informam que seus terminais são fornecidos em parceria com o PagBank.

Portanto, vale confirmar no credenciamento quais vouchers estarão disponíveis especificamente para seu CNPJ, em vez de assumir que todas as bandeiras do ecossistema serão habilitadas automaticamente.

Faz mais sentido para: negócios que querem começar com um modelo compacto, mas ter opções mais completas conforme a operação cresce.

7. Yelly

Vouchers aceitos: Alelo, VR Benefícios, Ticket, Pluxee (Sodexo), Ben Visa Vale, Greencard e Up Brasil

A Yelly oferece atualmente Yelly Mini, Yelly Pro e Yelly Smart. A página oficial exibe, entre as formas de pagamento, VR e Alelo e possui uma seção específica sobre vouchers de alimentação.

A Mini prioriza mobilidade e comprovante digital, a Pro adiciona comprovante impresso e é voltada ao balcão, a Smart traz touchscreen, impressão e recursos de gestão de estoque, produtos, clientes e caixa.

Aqui, o melhor critério não é simplesmente comprar a mais completa. Uma pequena doceria que recebe poucos clientes por dia pode não extrair valor dos recursos de estoque da Smart.

Já uma lanchonete que concentra pedidos e pagamentos em um único caixa pode reduzir etapas ao controlar parte da operação diretamente no equipamento.

O ponto de atenção é que a documentação pública da Yelly sobre vouchers é menos detalhada do que a encontrada em empresas como PagBank e Ton.

Por isso, se Ticket, Pluxee ou outro benefício específico representar uma parcela importante dos seus clientes, confirme a bandeira antes de adquirir o equipamento.

Faz mais sentido para: pequenos e médios estabelecimentos que querem escolher entre mobilidade, impressão e gestão integrada.

8. Getnet

Vouchers aceitos: VR, Ticket, Pluxee (Sodexo) e Alelo

A Getnet merece atenção porque distingue arranjos fechados e arranjos abertos de benefícios. Pluxee, Ticket e VR são exemplos de arranjos fechados que normalmente exigem credenciamento junto à empresa do benefício.

Já cartões de benefícios em arranjos abertos, como alguns produtos Caju, Flash e iFood emitidos em Visa, Mastercard ou Elo, podem ter um fluxo diferente de habilitação.

Para pessoa jurídica, a Getnet informa aceitação de vouchers como Alelo, Pluxee, Ticket e VR, além de outras opções. O portfólio físico atual inclui Get Lite, Get Clássica e Get Smart.

Existe ainda um detalhe financeiro que poucos comparativos mencionam: vendas realizadas em voucher não entram no faturamento usado para atingir a isenção do aluguel em determinadas ofertas da Getnet.

Considere um restaurante que movimente R$ 12 mil por mês na máquina, mas R$ 4 mil sejam pagos em VA/VR.

Para uma promoção que contabilize somente transações elegíveis fora do voucher, não é correto presumir que os R$ 12 mil inteiros servirão para cumprir a meta de isenção. Esse tipo de regra pode mudar o custo real da máquina.

É um exemplo de por que taxa não deve ser analisada isoladamente: mensalidade, critérios de isenção, vouchers disponíveis e integração precisam entrar na conta.

Faz mais sentido para: estabelecimentos que recebem tanto vouchers tradicionais quanto cartões multibenefícios e empresas que desejam uma operação mais estruturada.

9. Cielo

Vouchers aceitos: Alelo, Pluxee (Sodex), Ticket, VR, Ben Visa Vale, Valecard, GoodCard, GreenCard, Rede Compras, Maxxvan, Calcard, Up, Verocheque, Verdecard, Nutricash, Abrapetite, entre outras.

A Cielo Flash informa aceitar mais de 80 bandeiras entre débito, crédito e benefícios, além de VA, VR e outros vouchers. A empresa também divulga a possibilidade de habilitar benefícios como Alelo, Pluxee, VR e Ticket.

A Flash possui impressão de comprovante, Wi-Fi, chip e NFC, características que fazem mais sentido para um estabelecimento com fluxo constante de clientes do que para alguém que realiza poucas vendas por semana.

Pense em uma praça de alimentação: durante o horário de almoço, economizar alguns segundos em cada cobrança pode ter mais impacto operacional do que economizar R$ 50 ou R$ 100 na aquisição do equipamento.

Se dezenas de clientes chegam em poucos minutos, estabilidade, variedade de bandeiras e velocidade de atendimento passam a ter peso maior.

A Cielo também é uma alternativa interessante para empresas que precisam trabalhar com uma quantidade maior de vouchers e cartões regionais. Mesmo assim, é importante confirmar a habilitação específica de cada benefício antes de considerar a máquina pronta para receber VA/VR.

Faz mais sentido para: restaurantes de maior movimento, operações de varejo alimentar e estabelecimentos que valorizam uma ampla rede de bandeiras.

10. Rede

Vouchers aceitos: Alelo, Ticket, Pluxee (Sodexo), VR, Abrapetite, Avancard, Banricompras, Credi, Good Card, Green Card, Maxxcard, Nutricard, entre outras.

As maquininhas da Rede passaram a ser divulgadas dentro do ecossistema Itaú como Laranjinha. Atualmente, o portfólio inclui Laranjinha+, Laranjinha Smart e Laranjinha Pin Pad.

A Laranjinha+ permite habilitar vale-benefícios como Alelo, Pluxee, Ticket, Ben e VR. A Smart é direcionada a negócios que também querem aplicativos e funções de gestão, enquanto o Pin Pad faz mais sentido para empresas que precisam integrar o pagamento diretamente ao sistema do caixa.

É justamente no Pin Pad que aparece um cenário de uso diferente. Um restaurante pequeno com um único caixa dificilmente precisa estruturar sua escolha em torno de integração.

Já uma rede ou franquia que possui sistema de PDV próprio pode preferir não digitar o valor da venda manualmente em uma máquina separada.

Essa integração ajuda a reduzir etapas e pode diminuir erros operacionais. Portanto, apesar de a Rede aparecer na décima posição do ranking de qual maquininha aceita vale alimentação, ela pode ser muito mais relevante em um cenário específico de operação integrada.

Faz mais sentido para: empresas maiores, franquias, redes e estabelecimentos que trabalham com sistemas de caixa integrados.

Qual é a melhor maquininha que aceita vale-refeição e alimentação?

A PagBank é o destaque geral deste ranking pela combinação de variedade de máquinas compatíveis e número de vouchers divulgados. Porém, isso não significa que ela seja automaticamente a melhor opção para qualquer estabelecimento.

Veja como o cenário muda conforme o negócio:

Perfil do estabelecimento Opções que merecem atenção Por quê?
pequeno restaurante ou lanchonete PagBank, Ton, SumUp existem equipamentos mais simples e modelos para crescer depois
delivery ou food truck Ton T2, SumUp Solo/Top, modo MINI mobilidade tende a pesar mais que recursos avançados
restaurante com grande fluxo Stone, Cielo, PagBank Smart, SumUp Smart estabilidade, impressão e operação de balcão ganham importância
negócio que recebe muitos vouchers regionais Ton, Cielo, Stone maior variedade de benefícios pode evitar vendas perdidas
empresa que recebe multibenefícios Getnet diferencia bem arranjos abertos e fechados
operação integrada a PDV/TEF Stone, Rede, Getnet, Cielo integração pode ser mais importante que preço da máquina
estabelecimento que já usa Mercado Pago Point Pro 3, Smart 2 ou Air 2 mantém pagamentos dentro do mesmo ecossistema
franquia de alimentação Stone, Rede, Getnet, Cielo ou solução homologada pela franqueadora integração e padronização da rede podem ser determinantes

Existe maquininha que aceita VR e VA sem CNPJ?

Para aceitar vale-refeição e vale-alimentação tradicionais, como Alelo, Ticket, VR e Pluxee, é necessário ter CNPJ e uma atividade econômica (CNAE) compatível com alimentação ou refeição. O estabelecimento também precisa realizar o credenciamento junto à bandeira que deseja aceitar.

Algumas maquininhas podem ser adquiridas e utilizadas com CPF para receber débito, crédito e Pix, mas isso não significa que o usuário poderá habilitar VA e VR. No PagBank, por exemplo, a contratação dos vouchers exige conta Empresa, CNPJ elegível e credenciamento individual com cada bandeira.

Já cartões de benefícios de arranjo aberto, que utilizam bandeiras como Visa, Mastercard ou Elo, podem funcionar de maneira diferente dos vouchers tradicionais. A Getnet, por exemplo, diferencia cartões como Caju, Flash e iFood dos benefícios de arranjo fechado, como Ticket, Pluxee e VR.

Como escolher uma maquininha para aceitar VA e VR?

A escolha deve começar pelos vouchers utilizados pelos seus clientes, e não pela máquina. Se a maioria das pessoas pergunta por Alelo e VR, por exemplo, confirme primeiro quais equipamentos aceitam essas duas bandeiras.

Depois, avalie o tipo de operação. Mobilidade é importante para delivery, eventos e food trucks; impressão e autonomia fazem mais diferença em balcões movimentados; já TEF e integração com sistemas podem ser fundamentais para redes e franquias.

Por último, coloque todos os custos na mesma conta. Além da MDR efetivamente negociada para VA/VR, considere aluguel ou aquisição da máquina, regras para isenção, custo de outros meios de pagamento e eventuais necessidades de equipamentos adicionais.

Esse cuidado evita escolher uma maquininha apenas porque a propaganda mostra uma taxa baixa de débito ou crédito que não tem relação com o custo do voucher.