Melhores maquininhas de cartão em 2026 [Ranking atualizado]

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Stone Smart, InfinitePay e Ton T3 estão entre as melhores maquininhas de cartão de 2026, mas a escolha ideal depende do perfil do seu negócio, já que fatores como faturamento mensal, volume de vendas no débito e no crédito, frequência de parcelamentos e prazo de recebimento podem alterar bastante o custo final. Veja o ranking abaixo e depois uma análise detalhada de cada aparelho.

Maquininha Débito Crédito Parcelado 12x
1. Stone Smart
Stone Sunmi P2SOLICITAR
0,74% 2,99% 10,99%
2. InfiniteSmart
SOLICITAR
0,75% 2,69% 8,99%
3. Ton T3
imagem da maquininha de cartão Ton T3SOLICITAR
1,19% 2,85% 11,51%
4. Moderninha Pro 2
moderninha pro 2SOLICITAR
1.23% 2,92% 12,36%
5. SumUp Smart
Sumup SmartSOLICITAR
0,99% 3,19% 9,99%
6. Yelly Pro
SOLICITAR
1,05% 3,05% 11,04%
7. modoPAG PRO
modopag proSOLICITAR
1,05% 3,05% 11,04%
8. Get Lite
get liteSOLICITAR
1,39% 3,49% 12,88%
9. Point Pro 3
Point Pro 3SOLICITAR
1,25% 3,08% 11,89%
10. Cielo Smart
SOLICITAR
1,19% 3,45% 14,79%

 

Análise das 10 melhores maquininhas de cartão em 2026

A seguir, analisamos as 10 melhores maquininhas de cartão de 2026, considerando preço, taxas, recursos, condições de recebimento, perfil de faturamento e situações práticas de uso.

Em cada opção, você confere os principais diferenciais, pontos de atenção e exemplos de quanto as taxas representam em uma venda.

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1. Stone Smart: melhor para negócios com alto volume de vendas

A Stone Smart é exclusiva para CNPJ e ocupa a primeira posição do ranking de melhor maquininha de cartão principalmente para negócios com maior volume de vendas, que conseguem aproveitar melhor as condições negociadas da Stone e recursos voltados para operações mais estruturadas.

Diferentemente de outras empresas deste ranking, a Stone não trabalha com um preço público único para a Smart: tanto o custo do equipamento quanto as taxas podem variar conforme a proposta feita ao estabelecimento.

Atualmente, a Stone anuncia taxas a partir de 0,74% no débito e 2,99% no crédito, além de recebimento das vendas na hora e aluguel grátis. No entanto, essas condições são para negócios que faturam acima de R$ 50 mil/mês, logo não devem ser interpretada como condições garantidas para qualquer empresa.

Considerando apenas essas taxas de referência, uma venda de R$ 1.000 no débito custaria R$ 7,40 em taxas, enquanto uma venda de R$ 1.000 no crédito à vista teria tarifa de R$ 29,90.

Em um negócio que movimenta R$ 50 mil mensais no débito, uma diferença aparentemente pequena começa a pesar: uma taxa de 0,74% geraria R$ 370 em tarifas, enquanto uma taxa de 1,39% representaria R$ 695.

Mas a Stone Smart se diferencia principalmente pelo que oferece além da transação. Os modelos Smart podem utilizar o Catálogo Stone, no qual é possível cadastrar produtos, preços, categorias, estoque e códigos de barras.

Na venda, o próprio terminal soma os produtos selecionados e realiza a cobrança, reduzindo erros de digitação. Há ainda o Modo Fichas, útil em bares, eventos, restaurantes e operações de alimentação, porque uma ficha pode ser impressa automaticamente para cada item vendido.

A Stone também aceita mais de 50 bandeiras e vouchers e permite parcelamento em até 21 vezes. Outro diferencial é o suporte: a empresa divulga atendimento humano em poucos segundos, algo que pode ter mais valor para uma loja movimentada do que alguns décimos de diferença na taxa.

Na prática: pense em uma franquia de alimentação com fila no horário do almoço. Poder selecionar os produtos diretamente na maquininha, imprimir fichas e receber o pagamento no mesmo equipamento reduz etapas no caixa. Nesse cenário, o ganho operacional pode ser tão importante quanto a taxa.

O principal ponto de atenção é justamente a personalização: você precisa solicitar uma proposta para saber quanto efetivamente pagará. Para um autônomo ou pequeno negócio com poucas vendas, máquinas com preço e tabela de taxas já definidos são mais indicadas.

2. InfinitePay: uma das melhores para alto faturamento e vendas parceladas

A InfinitePay é muito interessante para empresas com faturamento elevado e grande participação do crédito parcelado. Sua Smart custa atualmente R$ 199 no Pix ou 12x de R$ 16,58 para a primeira máquina, sem aluguel ou mensalidade.

O grande diferencial está na redução automática das taxas conforme aumenta o faturamento. No plano com recebimento em um dia útil, quem movimenta até R$ 20 mil mensais começa pagando 1,37% no débito, 3,15% no crédito à vista e 12,40% em 12x.

Acima de R$ 80 mil, os percentuais caem para 0,75%, 2,69% e 8,99%, respectivamente.

A diferença fica mais evidente em uma venda de R$ 1.000 parcelada em 12 vezes. No plano inicial, R$ 124 ficam com a taxa e o negócio recebe R$ 876. Acima de R$ 80 mil de faturamento, o custo cai para R$ 89,90, deixando R$ 910,10. São R$ 34,10 a mais no caixa em uma única venda.

A maquininha utiliza Android, tela touch, impressora, Wi-Fi e conexão móvel, além de oferecer Pix gratuito.

Outro recurso interessante são as opções de recebimento: além de D+1, há o Receba na Hora e o Nitro, que pode disponibilizar o dinheiro em poucos segundos, inclusive aos finais de semana e feriados.

Existe, porém, um detalhe que merece bastante atenção: o chip de dados não acompanha a InfinitePay. Para utilizar internet móvel fora do Wi-Fi, é necessário comprar um chip e manter um plano de dados próprio.

Outro ponto importante para estabelecimentos de alimentação é que a InfinitePay não aceita vale-refeição ou vale-alimentação. Isso pode inviabilizar a escolha para alguns restaurantes, lanchonetes e franquias que recebem parte relevante do faturamento por vouchers.

Na prática: para uma loja de móveis que processa R$ 90 mil mensais e parcela boa parte das compras, a taxa de 8,99% em 12x pode gerar uma economia importante. Para um restaurante que depende de VR, Alelo ou Ticket, porém, a maquininha deixa de fazer sentido apesar das taxas competitivas.

3. Ton T3: bom equilíbrio entre preço, estrutura e meios de pagamento

A Ton T3 é uma das opções mais equilibradas para MEIs, autônomos e pequenos negócios que querem uma maquininha com impressão de comprovante sem fazer um investimento alto. Atualmente, ela custa R$ 108 à vista ou 12x de R$ 9,00, sem cobrança de aluguel.

A Ton anuncia condições promocionais de entrada de 0,57% no débito, 0,57% no crédito à vista e 7,97% no parcelado em 12x, mas essas taxas não são permanentes.

Para ter uma referência mais próxima do custo no dia a dia, considere um negócio que fatura cerca de R$ 10 mil por mês: nessa faixa, as taxas são de 1,22% no débito, 3,02% no crédito à vista e 11,73% em 12x.

Em uma venda de R$ 1.000, isso representa aproximadamente R$ 12,20 de taxa no débito, R$ 30,20 no crédito à vista e R$ 117,30 no parcelamento em 12 vezes.

Por isso, ao comparar a Ton com outras maquininhas, vale olhar principalmente para a taxa aplicada após o período promocional e de acordo com o faturamento do negócio.

Em recursos, a T3 entrega bastante pelo preço. Ela possui chip 3G com internet gratuita, Wi-Fi, NFC, recebimento por Pix via QR Code ou aproximação e impressora, além de reposição gratuita de bobinas. Também é possível enviar o comprovante por SMS.

Outro diferencial importante está na aceitação: são mais de 50 bandeiras, incluindo Alelo, Pluxee, Ticket, VR e outros vouchers. No caso dos principais benefícios de alimentação, porém, é necessário ter CNPJ.

A Ton ainda oferece o TapTon e link de pagamento, permitindo continuar vendendo pelo celular se a maquininha não estiver disponível. A garantia é ilimitada, com troca e manutenção do equipamento sem cobrança adicional.

Na prática: considere um pequeno restaurante que recebe cartões tradicionais e vale-refeição. Uma máquina muito barata que não aceite vouchers pode obrigar o estabelecimento a contratar um segundo terminal.

Nesse caso, pagar pouco mais por uma T3 que centralize mais meios de pagamento pode resultar em uma operação mais simples.

O ponto de atenção é tecnológico: a T3 tradicional ainda utiliza 3G e teclado físico. Quem busca Android, tela touch e conexão 4G encontra esses recursos na T3 Smart, mas precisa pagar mais pelo equipamento.

4. Moderninha Pro 2: barata para comprar, mas a taxa muda bastante conforme o faturamento

A Moderninha Pro 2 custa R$ 107,88 ou 12x de R$ 8,99 na página principal do PagBank, não cobra aluguel e é uma opção interessante para quem precisa de impressão de comprovante e conexão independente do celular.

Ofertas específicas podem reduzir ainda mais esse preço, portanto, vale conferir a campanha disponível no momento da contratação.

O aspecto mais importante da Pro 2 não é, porém, o preço da máquina, mas a diferença das taxas depois da promoção.

Durante os primeiros 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas, a oferta atual traz 0,58% no débito e crédito à vista e 7,98% em 12x.

Depois disso, quem vende R$ 10 mil mensais passa a pagar 1,25% no débito, 3,07% no crédito e 12,57% em 12x.

Por outro lado, a Pro 2 possui alguns recursos pouco comuns nessa faixa de preço. Ela tem chip 4G e plano de dados grátis, Wi-Fi, Bluetooth, NFC, bateria de até 12 horas, impressão de comprovantes e cinco anos de garantia.

Seu recurso mais interessante é a possibilidade de compartilhar uma única maquininha entre até seis profissionais, com uma estrutura pensada para separar os recebimentos. Isso pode fazer bastante sentido em salões, barbearias e outros espaços com profissionais independentes.

Na prática: em um salão com quatro cabeleireiros, compartilhar uma Pro 2 pode ser mais simples do que manter quatro máquinas no balcão ou receber tudo em uma conta e posteriormente calcular quanto pertence a cada profissional.

Ela ainda permite parcelamento em até 18x em determinadas condições. O PagBank ressalta, porém, que as parcelas acima de 12x dependem do cartão utilizado e da aprovação do emissor.

Portanto, a Moderninha Pro 2 é interessante para negócios que conseguem manter mais de R$ 2 mil em vendas mensais. Para uma pessoa que vende apenas ocasionalmente, seu baixo preço de aquisição pode esconder taxas significativamente maiores depois da promoção.

5. SumUp Smart: destaque para quem quer maquininha e sistema de gestão no mesmo aparelho

A SumUp Smart custa atualmente 12x de R$ 15,90, totalizando R$ 190,80, e faz mais sentido para estabelecimentos que pretendem utilizar os recursos de gestão, e não apenas inserir um valor e passar o cartão.

Para vendas recebidas na hora e realizadas com Visa ou Mastercard, a SumUp cobra 0,99% no débito em todas as faixas apresentadas. No crédito à vista, a taxa varia de 3,49% para quem fatura até R$ 20 mil a 3,19% acima de R$ 50 mil. Em 12x, cai de 13,99% para 9,99%.

Assim, para um pequeno comércio que vende até R$ 20 mil, uma operação de R$ 1.000 custa R$ 9,90 no débito, R$ 34,90 no crédito à vista ou R$ 139,90 em 12 vezes.

O verdadeiro diferencial da Smart aparece na operação. Sua tela de 6,5 polegadas permite utilizar catálogo de produtos, controle de estoque, fechamento de caixa, relatórios financeiros e gerenciamento da equipe. Na prática, ela também pode funcionar como um PDV simplificado.

O proprietário ainda consegue criar perfis de funcionários com permissões diferentes. Assim, um vendedor pode registrar produtos e receber pagamentos sem necessariamente visualizar saldo, relatórios ou configurações financeiras da empresa.

A máquina possui impressora, Wi-Fi e chip de internet incluído, além de permitir um período de teste de 30 dias.

Na prática: uma pequena loja com três vendedores pode cadastrar seu catálogo, acompanhar o estoque e permitir que os funcionários utilizem a máquina sem fornecer acesso às informações financeiras da conta.

Nesse cenário, os aproximadamente R$ 80 adicionais em relação a uma máquina mais básica podem ser compensados pela redução da necessidade de outras ferramentas de gestão.

Para um profissional autônomo que faz poucas vendas e não precisa de estoque, funcionários ou fechamento de caixa, porém, parte desses recursos ficará subutilizada.

6. Yelly Pro: boa para quem prefere taxas previsíveis

A Yelly Pro custa R$ 299,90 à vista ou 12x de R$ 24,99. É uma das maquininhas mais caras deste ranking, mas compensa parte dessa diferença com uma política de taxas mais simples: a Yelly não exige faturamento mínimo para manter as condições e aplica as mesmas taxas a CPF e CNPJ.

No plano Premium, com recebimento no dia seguinte, são cobrados 1,05% no débito, 3,05% no crédito à vista e 11,04% em 12x. Em uma venda de R$ 1.000, portanto, o custo seria de R$ 10,50 no débito, R$ 30,50 no crédito à vista ou R$ 110,40 no parcelado em 12 vezes.

Isso cria uma vantagem para negócios de faturamento irregular. Enquanto outras empresas alteram a taxa conforme o volume vendido no mês anterior, a Yelly não exige que o comerciante alcance determinada faixa para acessar essa tabela.

Em relação aos recursos, a Pro possui chip 4G gratuito, Wi-Fi, Bluetooth, NFC, QR Code, impressão de comprovante e envio por SMS, além de bateria anunciada de até 12 horas. O equipamento usa teclado físico e possui garantia vitalícia.

Na prática: imagine um negócio que vende R$ 5 mil em janeiro, R$ 18 mil em fevereiro e R$ 7 mil em março. Em máquinas com tabela progressiva, o empreendedor precisa acompanhar qual faixa será aplicada em cada período. Na Yelly, essa oscilação não determina a taxa do plano.

A desvantagem é o preço inicial. A Yelly Pro custa quase quatro vezes o valor atual de uma Ton T3. Portanto, quem vende pouco precisa calcular se a previsibilidade das taxas e os recursos realmente compensam o investimento maior no equipamento.

7. modoPAG Pro: destaque para parcelamento em até 18x e recebimento imediato

A modoPAG Pro custa R$ 297 à vista ou 12x de R$ 24,75, sem aluguel ou mensalidade. No plano Giro+, as taxas atuais são de 1,05% no débito, 3,05% no crédito à vista, 11,04% em 12x e 14,78% em 18x, com dinheiro na conta na hora.

Em uma venda de R$ 1.000, isso representa R$ 10,50 no débito, R$ 30,50 no crédito à vista ou R$ 110,40 quando a compra é dividida em 12 vezes.

Entre seus recursos estão tela touch, impressora térmica, chip 3G e Wi-Fi gratuitos, NFC, Pix e comprovante por SMS, além de garantia vitalícia. A máquina aceita mais de 20 bandeiras e vouchers e permite parcelamento em até 18 vezes.

A modoPAG ainda inclui acesso ao modo TAP, que transforma um celular compatível em terminal por aproximação, e ao modo LINK para cobranças remotas. Isso cria uma alternativa caso o vendedor esteja sem a máquina ou precise cobrar um cliente por WhatsApp ou outro canal digital.

8. Get Lite: baixo investimento inicial e estrutura completa para o balcão

A Get Lite exige uma adesão de R$ 94,80 à vista ou 12x de R$ 7,90, sem aluguel posterior. Suas taxas atuais são de 1,39% no débito, 3,49% no crédito à vista e 12,88% em 12x, com recebimento em dois dias úteis.

Uma venda de R$ 1.000 gera, portanto, cerca de R$ 13,90 de tarifa no débito, R$ 34,90 no crédito à vista ou R$ 128,80 no parcelado em 12 vezes.

Apesar do baixo investimento inicial, o aparelho oferece uma estrutura bastante completa: Wi-Fi, chip 4G, NFC, Pix, comprovante impresso e digital, bateria de longa duração e manutenção vitalícia.

Mas existe uma diferença importante em relação a máquinas como Ton, SumUp ou InfinitePay: você não está comprando definitivamente o equipamento. A Getnet cobra uma taxa de adesão para disponibilizar a máquina e informa que ela deve ser devolvida quando o cliente não precisar mais dela.

Isso muda a comparação de preço. Os R$ 94,80 da Get Lite não são exatamente equivalentes aos R$ 108 da Ton T3 ou aos R$ 107,88 da Moderninha Pro 2, porque nessas alternativas a lógica comercial é diferente.

Na prática: para alguém abrindo uma pequena loja e querendo colocar rapidamente uma máquina 4G com impressão no balcão, a Get Lite reduz o desembolso inicial. Para quem considera importante ser proprietário do equipamento, porém, outra opção pode fazer mais sentido.

9. Point Pro 3: bateria de até 48 horas e taxas que mudam bastante conforme o faturamento

A Point Pro 3 custa atualmente R$ 109,90 ou 12x de R$ 9,15 e traz uma combinação interessante de preço baixo e hardware robusto.

O Mercado Pago trabalha com taxas progressivas. Depois da promoção, quem vende até R$ 3 mil mensais paga 1,99% no débito, 4,98% no crédito à vista e 22,59% em 12x. Acima de R$ 50 mil, esses percentuais caem para 1,25%, 3,08% e 11,89%.

Isso significa que uma mesma venda de R$ 1.000 parcelada em 12 vezes pode custar R$ 225,90 para um pequeno vendedor ou R$ 118,90 para um negócio que ultrapassa R$ 50 mil mensais. A diferença é de R$ 107 em uma única operação.

A promoção inicial reduz bastante esses números, chegando a 0,74% no débito e crédito à vista e 8,99% em 12x, mas dura 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas. Por isso, olhar apenas a taxa exibida na oferta pode criar uma percepção equivocada do custo de longo prazo.

Em compensação, o hardware é um dos pontos fortes. A Pro 3 possui chip 4G com plano de dados gratuito, Wi-Fi, tela touch combinada com teclado físico, impressora e bateria com duração de até 48 horas, além de reposição gratuita de bobinas.

Ela aceita Pix por aproximação e QR Code, Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay. Para clientes elegíveis com CNPJ, também recebe Alelo, VR, Ticket e Pluxee.

Na prática: para um expositor em feiras, vendedor externo ou negócio que trabalha em eventos, a bateria de longa duração e o 4G incluso podem ser muito úteis. Em uma loja que mantém a máquina permanentemente ao lado de uma tomada, esse diferencial perde importância.

O principal cuidado é com o baixo faturamento: nessa faixa, especialmente no parcelado, as taxas da Point Pro 3 podem ser significativamente maiores que várias concorrentes deste ranking.

10. Cielo Smart: a mais completa para integração e gestão da operação

A Cielo Smart fecha o ranking de melhores maquininhas de cartão não por falta de recursos, mas porque sua proposta é diferente das máquinas mais simples.

Ela funciona melhor como um terminal de vendas e gestão integrado à operação do que como uma alternativa escolhida exclusivamente pela menor taxa.

A Cielo trabalha com diferentes formas de contratação. No plano voltado a faturamentos maiores, há mensalidade de R$ 99,90, que pode ser zerada ao atingir R$ 15 mil mensais, com taxas de 1,19% no débito, 3,45% no crédito à vista e 14,79% em 12x.

Para negócios de menor faturamento, a Cielo também apresenta condições sem aluguel, com taxas de referência de 1,90% no débito, 4,30% no crédito e 19% em 12x. As condições da Smart também podem ser personalizadas.

Tomando como exemplo o plano para maior faturamento, uma venda de R$ 1.000 teria custo aproximado de R$ 11,90 no débito, R$ 34,50 no crédito à vista ou R$ 147,90 em 12 vezes.

O principal diferencial está nos recursos. A Cielo Smart permite cadastrar produtos, criar catálogos, ler códigos de barras, controlar estoque, fechar caixa e acessar relatórios. Além disso, a Cielo Store possui mais de 250 aplicativos e integrações para diferentes tipos de operação.

O terminal conta com chip 4G, Wi-Fi, Bluetooth, câmera frontal e traseira, leitor de código de barras, NFC e calculadora, e está disponível em versão totalmente touch ou com combinação de touchscreen e teclado físico. Também aceita mais de 80 bandeiras, vouchers, carteiras digitais e Pix para CNPJ.

É principalmente nas integrações específicas que a Smart se diferencia. Restaurantes podem integrar pedidos e cozinha; supermercados podem conectar ERP, PDV, estoque e preços; farmácias têm soluções específicas; postos de combustíveis podem integrar bombas diretamente ao terminal.

Na prática: imagine uma rede ou franquia que queira padronizar o sistema utilizado nas unidades. Pagar alguns décimos a mais de taxa pode ser aceitável se a máquina eliminar processos manuais, integrar o PDV e facilitar a conciliação das vendas.

Há, porém, uma “letra miúda” relevante: os aplicativos da Cielo Store não são necessariamente gratuitos. A Cielo informa que aplicações da loja pública podem ter um mês grátis e posteriormente gerar cobrança automática nos recebíveis.

Por isso, a Cielo Smart tende a fazer mais sentido para negócios que realmente usarão sua estrutura de gestão. Para quem quer apenas passar cartões pagando a menor taxa possível, existem alternativas mais econômicas neste ranking.