O segmento de alimentação está na mira dos investidores e quem decide entrar nessa área por meio de franchising consegue encontrar opções de franquias baratas para investir. A Monkey é uma das mais novas marcas nesse ramo.

Com a proposta de unir preços acessíveis a um ambiente agradável, a Monkey é uma franquia de fast food que oferece aos clientes um cardápio variado. O objetivo é trabalhar com um modelo multi-negócios, no qual os clientes encontram segmentos diversos de alimentação em uma única loja: há opções de pratos executivos, massas, sanduíches e porções, além de cerveja, milk shake, sorvetes e sucos.

A primeira loja da Monkey foi inaugurada em outubro de 2017 e, em pouco tempo, o modelo virou franquia por conta do sucesso da loja. Hoje, marca já conta com 12 unidades franqueadas e está presente em quatro estados brasileiros – São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – e no Distrito Federal.

“Por ter ficado muito tempo no meio de lojas de shopping, sempre quis montar uma franquia, mas quando você bate na porta das marcas consolidadas vê que elas são muito caras, o empreendedor se frustra. Uma empresa deve ser aberta para ganhar dinheiro e não para gastar. Então, sempre tive essa vontade de montar algo que fosse padrão porém que fosse acessível”, conta Eduardo Braga, fundador da Monkey.

Atualmente, a Monkey está em expansão com três modelos de franquias de baixo investimento: a loja express, loja padrão média e loja padrão.

A loja express é o modelo mais barato da marca. Para abrir uma unidade no formato, o investimento total é de 66,9 mil reais. Ideal para cidades ou bairros de até 25 mil habitantes, a unidade pede espaço a partir de 60 a 80 metros quadrados.

A loja padrão média também é uma opção para cidades ou bairros de até 25 mil habitantes. Como diferencial do formato express, este modelo tem espaço mais amplo, de 80 a 100 metros quadrados.

Já a loja padrão é o modelo indicado para cidades ou bairros de 25 mil habitantes a 50 mil habitantes. O investimento para abrir uma unidade é de 102,6 mil reais, e o ponto deve ter área de 100 a 150 metros quadrados.

O retorno da franquia é atrativo, com prazo estimado de 15 meses. O faturamento médio mensal é 48 mil reais para franquias express e de 70 mil reais para lojas padrão, com lucro médio de 10% a 20% para ambos os modelos.

Para reduzir custos dos franqueados, a equipe da franqueadora fornece o treinamento inicial in loco, na própria loja do franqueado. No treinamento, a equipe da franqueadora treina nos funcionários da unidade e realiza um teste de operação. Além disso, a franqueadora acompanha a inauguração da loja e permanece na unidade por mais dois dias, para garantir o bom funcionamento da franquia.

A rede oferece suporte em análises de vendas e escolha do ponto comercial, além de disponibilizar um sistema de chamados online, loja virtual para pedidos e treinamentos continuados.

O que os franqueados dizem

Apesar de ser novidade no mercado de franquias, a Monkey está vivendo um momento de franca expansão. Desde o início do projeto de franchising, a marca chama a atenção de candidatos e tem registrado uma grande demanda de interessados em investir na franquia, além de franqueados que se tornam multifranqueados.

“Tenho duas unidades e penso em abrir mais lojas. O faturamento supera o estimado e o suporte é excelente – o Eduardo, que criou a marca, nos ouve e tem um relacionamento direto em todos as aspectos”, conta Alessandro, franqueado nas cidades de Campo Novo do Parecis e Sapezal, no Mato Grosso.

Valter, franqueado Monkey em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, também tem planos para abrir uma nova unidade. “Surpreso com o movimento, quero abrir outra unidade em outubro. O povo elogia, o treinamento foi perfeito, acompanhando cada passo, nosso faturamento está muito acima do estimado, loja lotada todo dia”, diz Valter.

Evaristo, franqueado em Mauá, São Paulo, é mais um que deve se tornar multifranqueado. “Decidimos pela franquia em uma feira de de franquias – vimos que tinha um formato diferente, entramos em contato, fomos bem acolhidos e resolvemos abrir nossa unidade. Ainda estamos em fase final de implantação, mas já temos planos para abrir uma loja em São Paulo. A franquia nos apoia a cada passo dado na obra e temos grandes perspectivas de sucesso com a Monkey”, afirma.

Posicionando-se como um fast food para pequenas cidades, a Monkey tem conseguido se destacar no mercado dessas regiões e surge como um negócio diferenciado para os consumidores.

“Só elogios: pessoas falando que na cidade delas tem que ter também, que em Tangará da Serra o que faltava era uma loja assim, que havia aberto outros comércios no ponto e não tinha dado certo, mas que esse veio para ficar. Realizei o sonho de ter meu negócio, a franquia dá suporte diário, todo mundo da empresa preocupa com cada detalhe da nossa loja”, relata Osvaldo Junior, franqueado no Mato Grosso.

A unidade também faz sucesso em Peixoto de Azevedo (MT), como conta o franqueado Thiago: “superou as expectativas. Era um sonho e consegui trazer para cidade algo realmente diferente e que teve uma aceitação incrível. Desde que abri, a loja está lotada. O treinamento foi nota dez, do início ao fim a consultora está presente na loja; na escolha do ponto foi essencial e assertiva a participação da marca. Pretendo abrir ainda este ano mais uma unidade na cidade próxima a minha”.

De acordo com informações da marca, são mais de 1 tonelada de refeições vendidas por mês, tendo como base uma loja em cidade de 35 mil habitantes. O número de clientes atendidos mensalmente é de, em média, 3 mil por loja.

A Monkey projeta fechar 2018 com 20 unidades franqueadas. Há oportunidades para abertura de lojas em todas as regiões do Brasil.

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